TEXTO TEATRAL PARA MONÓLOGO – EXERCÍCIO DE JOGOS TEATRAIS - “TECENDO MEMÓRIAS: A JORNADA EDUCATIVA DE CLIMÉRIO GALVÃO CÉSAR”

 

TEXTO TEATRAL PARA MONÓLOGO – EXERCÍCIO DE JOGOS TEATRAIS

 

“TECENDO MEMÓRIAS: A JORNADA EDUCATIVA DE CLIMÉRIO GALVÃO CÉSAR”

 

 [Climério Galvão César está em um palco vazio, de pé diante do público, falando diretamente para eles. Ele usa roupas da época em que viveu, século XIX e início do século XX. Seu tom é sereno e reflexivo, como alguém compartilhando suas memórias]

 

Climério Galvão César:  Bem-vindos, nobre público, à minha história, à minha jornada. Permitam-me guiar vocês por entre os anos, pelas experiências que moldaram quem eu fui e como cheguei a ser. Nasci em Guaratinguetá, em São Paulo, no distante 23 de fevereiro de 1883. Meus pais, Manoel Galvão César e Maria dos Prazeres Galvão, eram meus alicerces, a base da minha jornada.

 

Ele caminha pelo palco, evocando suas memórias com um sorriso suave.

 

Climério Galvão César:  Meus primeiros passos foram dados na escola do Sr. Antonio das Almas, onde aprendi as primeiras letras. A jornada continuou com o Sr. João Coutinho, no Bairro Potim, e finalmente, o Grupo Escolar da Praça 13 de Maio. Mas, caros amigos, o destino teceu sua teia e, antes da conclusão da quarta série, o chamado do comércio ecoou. Em 1893, me entreguei a essa empreitada.

 

Ele para, olhando para o horizonte, antes de se voltar para o público novamente.

 

Climério Galvão César:  No entanto, o coração almejava mais. Ano de 1889, Lorena me viu apresentar-me ao provincial salesiano, o PE. Carlos Pereto. A semente do ensino havia sido plantada, e o desejo de estudar a carreira sacerdotal tornou-se realidade. Filosofia, teologia, ensino. Os anos me moldaram, de Lorena a Niterói, Campinas a São Paulo, o magistério se tornou minha missão.

 

Ele caminha pelo palco mais uma vez, relembrando as várias cidades pelas quais passou.

 

Climério Galvão César:  O amor pelo ensino era profundo, mas outras páginas viraram. Em 1909, deixei a ordem salesiana e adentrei ao mundo como professor particular em São Paulo. Em Guaratinguetá, ergui um Curso de Admissão à Escola. Dos anos 1910 a 1920, o Colégio Nogueira da Gama me acolheu, e ali, ministrei aulas desde o primeiro dia. Línguas, matérias variadas, minha paixão fluía.

 

Ele olha para o público com um brilho nos olhos.

 

Climério Galvão César:  A trajetória seguia adiante, como o próprio rio que corta Guaratinguetá. O curso complementar anexo à escola normal me viu em 1921, ensinando francês e latim. Inglês veio, seguido pela educação. Em 1926, vereador, defendi os réus indigentes em tempos onde leigos atuavam no foro criminal.

 

Ele pausa por um momento, um tom de orgulho em sua voz.

 

Climério Galvão César:  Autor de livros didáticos, a história da civilização para cursos comerciais floresceu em minhas palavras. Orador em incontáveis ocasiões, minha voz ecoou em solenidades cívicas, políticas, religiosas e sociais. D. Maria da Glória Coelho César, minha esposa, deixou esse mundo cedo, mas seu amor vive através dos oito filhos que criei com devoção.

 

Ele olha para o público, uma expressão de gratidão em seu rosto.

 

Climério Galvão César:  Quanto à vasta cultura e virtude que me destacavam, foram mais do que traços, eram parte da minha essência. O magistério? Uma predestinação que abracei com zelo e dedicação, um talento e dignidade que emprestava a cada sala de aula que adentrei.

 

Ele faz uma breve pausa, olhando para o horizonte antes de olhar de volta para o público.

 

Climério Galvão César:  Minha jornada, meus ensinamentos, eles vivem agora nesta lembrança compartilhada. Espero que minha história inspire aqueles que a ouvem. Obrigado, meus amigos, por me acompanharem nesta jornada.

 

Ele dá um leve aceno para o público e deixa o palco com um sorriso caloroso.


Prof.ª Niled Dias Toniolo




 

 

 

 

 

 

 

"Trilhas da Sabedoria" - Poema do Prof. Climério Galvão César.

 

"Trilhas da Sabedoria"

  

Em Guaratinguetá, berço de destinos,

Nasceu Climério Galvão César, luz incandescente,

No coração, sonhos foram grãos finos,

E a jornada começou, persistente.

 

Da escola ao comércio, um passo a trilhar,

Lições do mundo, tesouros colheu,

Mas o desejo ardente, a lhe guiar,

Ao saber, à busca, inteiro se deu.

 

Aos salesianos se entregou com fervor,

Clamando sabedoria, trilha a explorar,

Com zelo, cultivou a flor do professor,

Sábio mestre a ensinar e a inspirar.

 

Lorena, Niterói, Campinas a brilhar,

Seu saber iluminou, conhecimento a plantar,

Filosofia e teologia a acalentar,

Com amor, mentes ele veio a moldar.

 

Da ordem partiu, magistério acolheu,

Em Guaratinguetá, suas raízes profundas,

Cursos e aulas, a juventude educou,

Em Nogueira da Gama, almas fecundas.

 

Vereador e orador, sua voz soou,

Marcas na história, dignidade deixou,

Com talento e honra, sempre lutou,

Mão estendida aos desamparados, amor se mostrou.

 

Autor de livros, cultura a disseminar,

Lições de vida, no olhar a brilhar,

D. Maria da Glória, amor a inspirar,

Oito filhos, com afeto, a cuidar.

 

Climério Galvão César, luz em missão,

Gerações guiou, com devoção,

Seu legado hoje é gratidão,

Homenagem ao coração, eterna canção.


Niled Dias Toniolo





ATIVIDADES ESCRITAS DESTINADA AOS ALUNOS - BIOGRAFIA DO PROF. CLIMÉRIO GALVÃO CÉSAR.

 

ATIVIDADES ESCRITAS DESTINADA AOS ALUNOS

 

1. Quando e onde Climério Galvão César nasceu?

2. Quem eram os pais de Climério Galvão César?

3. Onde Climério Galvão César fez seu curso primário?

4. Em que ano Climério Galvão César se dedicou ao comércio?

5. Onde Climério Galvão César empregou-se como copeiro?

6. A que ordem religiosa Climério Galvão César se apresentou em 1889?

7. Onde Climério Galvão César exerceu o magistério desde 1904?

8. Em que ano Climério Galvão César deixou a ordem salesiana?

9. O que Climério Galvão César começou a fazer em 1909?

10. Onde Climério Galvão César instalou um Curso de Admissão à Escola?

11. Em qual período o Professor Climério Galvão César foi professor do Colégio Nogueira da Gama?

12. Qual foi a principal matéria que Climério Galvão César lecionou no Colégio Nogueira da Gama?

13. Em que ano Climério Galvão César foi nomeado professor de francês e latim?

14. Qual cargo Climério Galvão César exerceu no Colégio Nogueira da Gama além de professor?

15. Em que ano Climério Galvão César foi vereador?

16. Qual tipo de livros Climério Galvão César escreveu?

17. Em quais tipos de solenidades Climério Galvão César atuou como orador oficial?

18. Com quem Climério Galvão César foi casado?

19. Quantos filhos Climério Galvão César teve?

20. Como Climério Galvão César se destacava, além de sua vasta cultura geral?




 

 

BIOGRAFIA DO PROFESSOR CLIMÉRIO GALVÃO CÉSAR

 

Climério Galvão César nasceu em Guaratinguetá, estado de São Paulo, em 23 de fevereiro de 1883, sendo filho de Manoel Galvão César e Maria dos Prazeres Galvão. Fez curso primário na escola do Sr Antonio das Almas e na escola do Sr João Coutinho, no Bairro Potim, passando depois para o Grupo Escolar da Praça 13 de Maio. Saindo da escola, antes de terminar a 4ª série, dedicou-se ao comércio em meados de 1893. Mais tarde, empregou-se como copeiro em São João da Bocaina e no Hotel de Francisco Papaterra, em Guaratinguetá.

            Depois de passar por vários empregos, apresentou-se em Lorena, em 1889, ao provincial salesiano PE. Carlos Pereto, onde pediu para estudar de graça, servindo a carreira sacerdotal e prestando serviço à ordem. Fez assim o curso filosófico e grande parte do teólogo, sem receber ordens e exercendo o magistério desde 1904, em Lorena, Niterói, Campinas e São Paulo.

            Em 1909 deixou a ordem salesiana e começou a trabalhar como professor particular em São Paulo. No ano seguinte transferiu-se para Guaratinguetá e instalou um Curso de Admissão à Escola. De 1910 a 1920, também foi professor do Colégio Nogueira da Gama ministrando aula desde o primeiro dia. Ali lecionou diversas matérias, principalmente línguas, tendo exercido também o cargo de vice-diretor.

            Em 1921 foi nomeado professor de francês e latim do curso complementar anexo à escola normal. Ocupou a cadeira de inglês e, finalmente, a chegada da cadeira de educação. Foi vereador de 1926 a 1930, no tempo em que leigos trabalhavam no foro criminal defendeu muitos réus indigentes.

            O professor Climério é autor de livros didáticos, inclusive uma história da civilização para cursos comerciais, onde lecionou muito tempo. Foi orador oficial em numerosas solenidades cívicas, políticas, religiosas e sociais. Foi casado com D. Maria da Glória Coelho César, que faleceu aos 38 anos de idade, deixando oito filhos que o professor criou com muito amor e dedicação.

            Além de uma vasta cultura geral, o professor Climério destacava-se em virtude. Quanto ao magistério, foi para ele uma verdadeira predestinação e que ele exerceu com grande zelo e dedicação, talento e dignidade.

 

 



Em discurso inflamado pelo amor e devoção a nossa terra, o Prof. Climério Galvão Cesar, um seminarista poliglota,  advogado e eminente político em seu tempo, aos pés do memorial ao Conselheiro do Império, Rodrigues Alves, conduzia a todos nas festividades dos nossos 300 anos de História a reflexão da nossa grandeza. Hoje seu nome enconta-se eternizado em uma rua no bairro de Vila Santa Rita.

A nossa distância do "descobrimento do Brasil é de apenas 130 anos por isso: NÓS SOMOS GRANDES.

Psq. Tiago Xavier

*FESTIVIDADES - 300 ANOS DE GUARATINGUETÁ
DISCURSO PROF. Climério Galvão Cesar. 1930.



Foto da família da esposa do  Prof. Climério Galvão César.

João Alves Coelho e sua esposa Salomea Castro Coelho. Casal central. A direita sentada tia Tudinha de Castro Coelho. À esquerda João de Castro Coelho. Acima José de Castro Coelho. No centro a Mariquinha Coelho Guimarães. A direita Amancio de Castro Coelho  e  Maria da Glória Castro Coelho Cesar.










Fotos da Escola Prof. Climério Galvão  César, no bairro da Olaria, recém construída em 1958/59   na gestão  do senhor Prefeito Jorge Santiago Maciel, que foi vice-prefeito do Sr. Rosendo Pereira Leite, e substituiu o mesmo após seu falecimento. 


Professora Niled e seu irmão - Na casa ao lado da Escola Prof. Climério Galvão César - 1985 - usando a camiseta de uniforme da época.


 Escola Prof. Climério Galvão César - 1985 - Prof.ª Edinas Dias do Nascimento (Professora de Mátemática) - mãe da Prof.ª Niled Dias Toniolo.


Desfile de 7 de setembro Escola Prof. Climério Galvão César.


Fachada da Escola Prof. Climério Galvão César - 2023.





Quadra da Escola Prof. Climério Galvão César - 2023.



Pátio da Escola Prof. Climério Galvão César - 2023.



Pôr do sol na Escola Prof. Climério Galvão César.











 

9º anos A, B e C - QUINZENA DE 21/11/2020 A 05/12/2020- Arte Prof.ª Niled - "Simulado de ARTE".

 EM “PROF. CLIMÉRIO GALVÃO CÉSAR” 

Modalidade EAD – Quinzena 21/11 a 05/12/2020 
CLASSES: 9º ano TURMAS: A, B e C. ENSINO FUNDAMENTAL II (ANOS FINAIS) 

SIMULADO 9º ANO – ARTE


PROF.ª Niled Dias Toniolo

Texto 1 - Thaís Gomez. Uma artista completa, Completamente brasileira.



Brasilidade. Palavrinha mágica que abre portas de compreensão. É a ela que a paulista Thaís Gomez recorre para ilustrar sua trajetória no mundo das artes. Artes mesmo, dito assim, sem plural. Pois Thais, da seleta trupe dos autodidatas, escolhida a liberdade como meio de expressão. Desenha, pinta, dança, compõe, canta. O olhar sempre em busca do genuíno. De pinturas inspiradas no folclore nacional ao sambinha sincopado, é no ser brasileiro que a artista mira o talento para traduzir a si e ao mundo. 

Começou na despretensão das primeiras telas, ainda na adolescência. Um Portinari aqui, uma Tarsila ali, um Di Cavalcanti acolá. Aos poucos, o que era válvula de escape juvenil se tornado consciente, uma opção pela independência que a fez, anos mais tarde, abrir mão da academia em favor da espontaneidade, um certo jeito de produzir que a aproximou da Arte Naïf. Traços simples, mas consistentes. Tudo somado ao antigo e forte interesse sobre as raízes culturais brasileiras, nascia uma artista. 

Das pequenas intervenções em Diadema às pessoas, os passos foram curtos. O estilo, que transpõe para muros e telas como diversas identidades regionais, a fez estar entre os 500 artistas que participaram, em 2012, da “Olympic Fine Art”, evento promovido pelo governo chinês em Londres. Sua obra, “União Olímpica", foi uma das representantes do país durante os Jogos de Londres. Em 2014, Thaís esteve na Suíça, a convite na Palexpo, tradicional feira de Genève, para expor dez de seus trabalhos. 

E sempre houve a música. Na infância, influência dos pais, parceiro Zeca Pagodinho, Clara Nunes, Almir Guineto e Beth Carvalho. Na adolescência, como descobertas da salsa, da guajira, da cumbia e do bolero. Três anos dividindo o palco com o guitarrista paraense Manoel Cordeiro na noite de São Paulo, como vocalista e percussionista da “Zouk Lou-w”, deram a confiança necessária para o voo solo, personificado no CD “Nossa Senhora do Samba”, lançado em 2013 e que, não por acaso, contém duas músicas (“Conto de Areia” e “Feira de Mangaio”) em homenagem à rainha Clara Nunes. 

Apesar do caminho trilhado na independência absoluta, o trabalho chamou a atenção dos produtores do programa “Domingão do Faustão”, da Rede Globo, no qual Thaís foi citada como uma das boas revelações da música brasileira, e o álbum, recém-lançado, foi citado no quadro “Vitrine do Faustão”, um espaço aberto para a música nacional. O reconhecimento a faz planejar novos passos para o futuro próximo. Como um EP, em fase de composição, que deve ganhar o mundo muito em breve. “Tenho alguns projetos em mente, gravar novas canções e seguir com os shows, unindo pintura e música”, adianta, animada. 

Entre características e shows, Thaís arruma tempo para desenvolver paralelamente o que denomina com carinho de “arte a partir da arte”. Um conceito de artesania que a próprio artista faz questão de explicar: “Tenho o prazer de ver minhas pinturas estampando roupas, xícaras, livros didáticos. Também pinto peças à mão de maneira, exclusiva como tênis e camisas ”, conta. Entre os clientes, ninguém menos do que o grande músico Hermeto Pascoal. “Também vejo minha arte inserida como fonte de estudo nos colégios de vários estados. Receber esse carinho é imensurável. ” 

E assim Thaís Gomez segue firme no caminho que propôs para si. Plural e inquieta, com um olhar atento para o que nos definimos, em núcleos e melodias, uma visão particularíssima de brasilidade. E - detalhe importantíssimo - sem se prender a rótulos. Como já foi dito, a escolha, feita desde muito cedo, foi a favor da liberdade. E é a partir dela que o futuro do artista será escrito. “Eu me defino como uma artista mensageira, procuro levar cor e alegria através do meu canto e pintura”. Que assim seja, então. 


Texto 2 - HISTÓRIA DA DANÇA




Quem é que nunca dançou ou movimentou o corpo com o batuque de uma música? Bem, é difícil encontrar uma pessoa que nunca se remexeu ou contorceu ao ouvir um som.

Sabendo disso, ao certo é interessante conhecer ou saber um pouquinho sobre essa arte que envolve a maioria dos povos e que muitas vezes é utilizada não apenas como uma distração, mas como exercício e até mesmo como terapia. 


A dança é considerada uma das artes mais antigas, é também a única que dispensa materiais e ferramentas. Ela só depende do corpo e da vitalidade humana para cumprir sua função, enquanto instrumento de afirmação dos sentimentos e experiências subjetivas do homem. Segundo o site http://brgeocities.com/quemdancaemaisfeliz, em uma publicação, o desenvolvimento da sensibilidade artística determinou a configuração da dança como manifestação estética. No antigo Egito, 20 séculos antes da era cristã, já se realizava as chamadas danças astroteológicas em homenagem ao Deus Osíris. O caráter religioso foi comum às danças clássicas dos povos asiáticos.

Na Grécia Clássica, a dança era frequentemente vinculada aos jogos, em especial aos olímpicos. Com o renascimento, a dança teatral, virtualmente extinta em séculos anteriores, reapareceu com força nos cenários cortesãos e palacianos. No século XIX apareceram a Contradança (que se transformou na quadrilha), a Valsa, a Polca, a Mazurca, o Scottish, o Pas-de-quatre, etc. No século passado surgiu o Boston, só destronado pelas danças exóticas (Cake-Walk, Maxine, One Step, Fox-Trot, e Tango). A divulgação da dança se deu também fora do espetáculo, principalmente nas tradições populares.



Tipos de dança

Existem quatro grandes grupos de estilos de dança, que são:

*Dança Clássica - conjunto de movimentos e de passos, elaborados em sistema e ensinados no ensino coreográfico.

*Dança de Salão - praticada nas reuniões e nos dancings.

*Dança Moderna - que se libertou dos princípios rígidos da dança acadêmica e que serviu de base ao bailado contemporâneo

*Dança Rítmica

Os vários tipos de dança:

Ballet, Ballroom, Bolero, Break-dance, Capoeira, Ceroc, Can Can, Cha-Cha-Cha, Contemporânea, Contra-dança, Country Western, Disco, Exotic Dancing, Flamenco e Spanish Gypsy, Folk and Traditional, Foxtrot, Funk, Jazz, Line Dance, Mambo. Merengue, Middle Eastern, Modern, Polka, Religiosas e dança Sacra, Rumba, Salsa, Samba, Swing, Scottish, Country Dancing, Square Dance, Tango, Twist, Valsa, Western

Danças Nacionais e Populares

Na Espanha - Fandango, Bolero, Jota, Seguidilha, Flamenco...
Itália, a Tarantela, Furlana…
Inglaterra - Jiga…
Polónia - Mazurca e Polca…
Hungria - Xarda…
No Brasil as principais são: Baião, Samba… (As danças brasileiras são a mistura de fatores negros, índios e Europeus).
Portugal - Vira, Verde-Gaio, Malhão, Fandango Ribatejano, Pauliteiros de Miranda do Douro, Gota, Chula, Corridinho...

Texto 3 - TEATRO




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8º anos A, B e C - QUINZENA DE 21/11/2020 A 05/12/2020- Arte Prof.ª Niled - "Simulado de ARTE".

                 EM “PROF. CLIMÉRIO GALVÃO CÉSAR” 

Modalidade EAD – Quinzena 21/11 a 05/12/2020 
CLASSES: 8º ano TURMAS: A, B e C. ENSINO FUNDAMENTAL II (ANOS FINAIS) 

SIMULADO 8º ANO – ARTE


PROF.ª Niled Dias Toniolo

Texto 1 - Thaís Gomez. Uma artista completa, Completamente brasileira.



Brasilidade. Palavrinha mágica que abre portas de compreensão. É a ela que a paulista Thaís Gomez recorre para ilustrar sua trajetória no mundo das artes. Artes mesmo, dito assim, sem plural. Pois Thais, da seleta trupe dos autodidatas, escolhida a liberdade como meio de expressão. Desenha, pinta, dança, compõe, canta. O olhar sempre em busca do genuíno. De pinturas inspiradas no folclore nacional ao sambinha sincopado, é no ser brasileiro que a artista mira o talento para traduzir a si e ao mundo. 

Começou na despretensão das primeiras telas, ainda na adolescência. Um Portinari aqui, uma Tarsila ali, um Di Cavalcanti acolá. Aos poucos, o que era válvula de escape juvenil se tornado consciente, uma opção pela independência que a fez, anos mais tarde, abrir mão da academia em favor da espontaneidade, um certo jeito de produzir que a aproximou da Arte Naïf. Traços simples, mas consistentes. Tudo somado ao antigo e forte interesse sobre as raízes culturais brasileiras, nascia uma artista. 

Das pequenas intervenções em Diadema às pessoas, os passos foram curtos. O estilo, que transpõe para muros e telas como diversas identidades regionais, a fez estar entre os 500 artistas que participaram, em 2012, da “Olympic Fine Art”, evento promovido pelo governo chinês em Londres. Sua obra, “União Olímpica", foi uma das representantes do país durante os Jogos de Londres. Em 2014, Thaís esteve na Suíça, a convite na Palexpo, tradicional feira de Genève, para expor dez de seus trabalhos. 

E sempre houve a música. Na infância, influência dos pais, parceiro Zeca Pagodinho, Clara Nunes, Almir Guineto e Beth Carvalho. Na adolescência, como descobertas da salsa, da guajira, da cumbia e do bolero. Três anos dividindo o palco com o guitarrista paraense Manoel Cordeiro na noite de São Paulo, como vocalista e percussionista da “Zouk Lou-w”, deram a confiança necessária para o voo solo, personificado no CD “Nossa Senhora do Samba”, lançado em 2013 e que, não por acaso, contém duas músicas (“Conto de Areia” e “Feira de Mangaio”) em homenagem à rainha Clara Nunes. 

Apesar do caminho trilhado na independência absoluta, o trabalho chamou a atenção dos produtores do programa “Domingão do Faustão”, da Rede Globo, no qual Thaís foi citada como uma das boas revelações da música brasileira, e o álbum, recém-lançado, foi citado no quadro “Vitrine do Faustão”, um espaço aberto para a música nacional. O reconhecimento a faz planejar novos passos para o futuro próximo. Como um EP, em fase de composição, que deve ganhar o mundo muito em breve. “Tenho alguns projetos em mente, gravar novas canções e seguir com os shows, unindo pintura e música”, adianta, animada. 

Entre características e shows, Thaís arruma tempo para desenvolver paralelamente o que denomina com carinho de “arte a partir da arte”. Um conceito de artesania que a próprio artista faz questão de explicar: “Tenho o prazer de ver minhas pinturas estampando roupas, xícaras, livros didáticos. Também pinto peças à mão de maneira, exclusiva como tênis e camisas ”, conta. Entre os clientes, ninguém menos do que o grande músico Hermeto Pascoal. “Também vejo minha arte inserida como fonte de estudo nos colégios de vários estados. Receber esse carinho é imensurável. ” 

E assim Thaís Gomez segue firme no caminho que propôs para si. Plural e inquieta, com um olhar atento para o que nos definimos, em núcleos e melodias, uma visão particularíssima de brasilidade. E - detalhe importantíssimo - sem se prender a rótulos. Como já foi dito, a escolha, feita desde muito cedo, foi a favor da liberdade. E é a partir dela que o futuro do artista será escrito. “Eu me defino como uma artista mensageira, procuro levar cor e alegria através do meu canto e pintura”. Que assim seja, então. 


Texto 2 - HISTÓRIA DA DANÇA




Quem é que nunca dançou ou movimentou o corpo com o batuque de uma música? Bem, é difícil encontrar uma pessoa que nunca se remexeu ou contorceu ao ouvir um som.

Sabendo disso, ao certo é interessante conhecer ou saber um pouquinho sobre essa arte que envolve a maioria dos povos e que muitas vezes é utilizada não apenas como uma distração, mas como exercício e até mesmo como terapia. 


A dança é considerada uma das artes mais antigas, é também a única que dispensa materiais e ferramentas. Ela só depende do corpo e da vitalidade humana para cumprir sua função, enquanto instrumento de afirmação dos sentimentos e experiências subjetivas do homem. Segundo o site http://brgeocities.com/quemdancaemaisfeliz, em uma publicação, o desenvolvimento da sensibilidade artística determinou a configuração da dança como manifestação estética. No antigo Egito, 20 séculos antes da era cristã, já se realizava as chamadas danças astroteológicas em homenagem ao Deus Osíris. O caráter religioso foi comum às danças clássicas dos povos asiáticos.

Na Grécia Clássica, a dança era frequentemente vinculada aos jogos, em especial aos olímpicos. Com o renascimento, a dança teatral, virtualmente extinta em séculos anteriores, reapareceu com força nos cenários cortesãos e palacianos. No século XIX apareceram a Contradança (que se transformou na quadrilha), a Valsa, a Polca, a Mazurca, o Scottish, o Pas-de-quatre, etc. No século passado surgiu o Boston, só destronado pelas danças exóticas (Cake-Walk, Maxine, One Step, Fox-Trot, e Tango). A divulgação da dança se deu também fora do espetáculo, principalmente nas tradições populares.



Tipos de dança

Existem quatro grandes grupos de estilos de dança, que são:

*Dança Clássica - conjunto de movimentos e de passos, elaborados em sistema e ensinados no ensino coreográfico.

*Dança de Salão - praticada nas reuniões e nos dancings.

*Dança Moderna - que se libertou dos princípios rígidos da dança acadêmica e que serviu de base ao bailado contemporâneo

*Dança Rítmica

Os vários tipos de dança:

Ballet, Ballroom, Bolero, Break-dance, Capoeira, Ceroc, Can Can, Cha-Cha-Cha, Contemporânea, Contra-dança, Country Western, Disco, Exotic Dancing, Flamenco e Spanish Gypsy, Folk and Traditional, Foxtrot, Funk, Jazz, Line Dance, Mambo. Merengue, Middle Eastern, Modern, Polka, Religiosas e dança Sacra, Rumba, Salsa, Samba, Swing, Scottish, Country Dancing, Square Dance, Tango, Twist, Valsa, Western

Danças Nacionais e Populares

Na Espanha - Fandango, Bolero, Jota, Seguidilha, Flamenco...
Itália, a Tarantela, Furlana…
Inglaterra - Jiga…
Polónia - Mazurca e Polca…
Hungria - Xarda…
No Brasil as principais são: Baião, Samba… (As danças brasileiras são a mistura de fatores negros, índios e Europeus).
Portugal - Vira, Verde-Gaio, Malhão, Fandango Ribatejano, Pauliteiros de Miranda do Douro, Gota, Chula, Corridinho...

Texto 3 - TEATRO




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7º anos A, B e C - QUINZENA DE 21/11/2020 A 05/12/2020- Arte Prof.ª Niled - "Simulado de ARTE".

                                 EM “PROF. CLIMÉRIO GALVÃO CÉSAR” 

Modalidade EAD – Quinzena 21/11 a 05/12/2020 
CLASSES: 7º ano TURMAS: A, B e C. ENSINO FUNDAMENTAL II (ANOS FINAIS) 

SIMULADO 7º ANO – ARTE


PROF.ª Niled Dias Toniolo

Texto 1 - Thaís Gomez. Uma artista completa, Completamente brasileira.



Brasilidade. Palavrinha mágica que abre portas de compreensão. É a ela que a paulista Thaís Gomez recorre para ilustrar sua trajetória no mundo das artes. Artes mesmo, dito assim, sem plural. Pois Thais, da seleta trupe dos autodidatas, escolhida a liberdade como meio de expressão. Desenha, pinta, dança, compõe, canta. O olhar sempre em busca do genuíno. De pinturas inspiradas no folclore nacional ao sambinha sincopado, é no ser brasileiro que a artista mira o talento para traduzir a si e ao mundo. 

Começou na despretensão das primeiras telas, ainda na adolescência. Um Portinari aqui, uma Tarsila ali, um Di Cavalcanti acolá. Aos poucos, o que era válvula de escape juvenil se tornado consciente, uma opção pela independência que a fez, anos mais tarde, abrir mão da academia em favor da espontaneidade, um certo jeito de produzir que a aproximou da Arte Naïf. Traços simples, mas consistentes. Tudo somado ao antigo e forte interesse sobre as raízes culturais brasileiras, nascia uma artista. 

Das pequenas intervenções em Diadema às pessoas, os passos foram curtos. O estilo, que transpõe para muros e telas como diversas identidades regionais, a fez estar entre os 500 artistas que participaram, em 2012, da “Olympic Fine Art”, evento promovido pelo governo chinês em Londres. Sua obra, “União Olímpica", foi uma das representantes do país durante os Jogos de Londres. Em 2014, Thaís esteve na Suíça, a convite na Palexpo, tradicional feira de Genève, para expor dez de seus trabalhos. 

E sempre houve a música. Na infância, influência dos pais, parceiro Zeca Pagodinho, Clara Nunes, Almir Guineto e Beth Carvalho. Na adolescência, como descobertas da salsa, da guajira, da cumbia e do bolero. Três anos dividindo o palco com o guitarrista paraense Manoel Cordeiro na noite de São Paulo, como vocalista e percussionista da “Zouk Lou-w”, deram a confiança necessária para o voo solo, personificado no CD “Nossa Senhora do Samba”, lançado em 2013 e que, não por acaso, contém duas músicas (“Conto de Areia” e “Feira de Mangaio”) em homenagem à rainha Clara Nunes. 

Apesar do caminho trilhado na independência absoluta, o trabalho chamou a atenção dos produtores do programa “Domingão do Faustão”, da Rede Globo, no qual Thaís foi citada como uma das boas revelações da música brasileira, e o álbum, recém-lançado, foi citado no quadro “Vitrine do Faustão”, um espaço aberto para a música nacional. O reconhecimento a faz planejar novos passos para o futuro próximo. Como um EP, em fase de composição, que deve ganhar o mundo muito em breve. “Tenho alguns projetos em mente, gravar novas canções e seguir com os shows, unindo pintura e música”, adianta, animada. 

Entre características e shows, Thaís arruma tempo para desenvolver paralelamente o que denomina com carinho de “arte a partir da arte”. Um conceito de artesania que a próprio artista faz questão de explicar: “Tenho o prazer de ver minhas pinturas estampando roupas, xícaras, livros didáticos. Também pinto peças à mão de maneira, exclusiva como tênis e camisas ”, conta. Entre os clientes, ninguém menos do que o grande músico Hermeto Pascoal. “Também vejo minha arte inserida como fonte de estudo nos colégios de vários estados. Receber esse carinho é imensurável. ” 

E assim Thaís Gomez segue firme no caminho que propôs para si. Plural e inquieta, com um olhar atento para o que nos definimos, em núcleos e melodias, uma visão particularíssima de brasilidade. E - detalhe importantíssimo - sem se prender a rótulos. Como já foi dito, a escolha, feita desde muito cedo, foi a favor da liberdade. E é a partir dela que o futuro do artista será escrito. “Eu me defino como uma artista mensageira, procuro levar cor e alegria através do meu canto e pintura”. Que assim seja, então. 


Texto 2 - HISTÓRIA DA DANÇA




Quem é que nunca dançou ou movimentou o corpo com o batuque de uma música? Bem, é difícil encontrar uma pessoa que nunca se remexeu ou contorceu ao ouvir um som.

Sabendo disso, ao certo é interessante conhecer ou saber um pouquinho sobre essa arte que envolve a maioria dos povos e que muitas vezes é utilizada não apenas como uma distração, mas como exercício e até mesmo como terapia. 


A dança é considerada uma das artes mais antigas, é também a única que dispensa materiais e ferramentas. Ela só depende do corpo e da vitalidade humana para cumprir sua função, enquanto instrumento de afirmação dos sentimentos e experiências subjetivas do homem. Segundo o site http://brgeocities.com/quemdancaemaisfeliz, em uma publicação, o desenvolvimento da sensibilidade artística determinou a configuração da dança como manifestação estética. No antigo Egito, 20 séculos antes da era cristã, já se realizava as chamadas danças astroteológicas em homenagem ao Deus Osíris. O caráter religioso foi comum às danças clássicas dos povos asiáticos.

Na Grécia Clássica, a dança era frequentemente vinculada aos jogos, em especial aos olímpicos. Com o renascimento, a dança teatral, virtualmente extinta em séculos anteriores, reapareceu com força nos cenários cortesãos e palacianos. No século XIX apareceram a Contradança (que se transformou na quadrilha), a Valsa, a Polca, a Mazurca, o Scottish, o Pas-de-quatre, etc. No século passado surgiu o Boston, só destronado pelas danças exóticas (Cake-Walk, Maxine, One Step, Fox-Trot, e Tango). A divulgação da dança se deu também fora do espetáculo, principalmente nas tradições populares.



Tipos de dança

Existem quatro grandes grupos de estilos de dança, que são:

*Dança Clássica - conjunto de movimentos e de passos, elaborados em sistema e ensinados no ensino coreográfico.

*Dança de Salão - praticada nas reuniões e nos dancings.

*Dança Moderna - que se libertou dos princípios rígidos da dança acadêmica e que serviu de base ao bailado contemporâneo

*Dança Rítmica

Os vários tipos de dança:

Ballet, Ballroom, Bolero, Break-dance, Capoeira, Ceroc, Can Can, Cha-Cha-Cha, Contemporânea, Contra-dança, Country Western, Disco, Exotic Dancing, Flamenco e Spanish Gypsy, Folk and Traditional, Foxtrot, Funk, Jazz, Line Dance, Mambo. Merengue, Middle Eastern, Modern, Polka, Religiosas e dança Sacra, Rumba, Salsa, Samba, Swing, Scottish, Country Dancing, Square Dance, Tango, Twist, Valsa, Western

Danças Nacionais e Populares

Na Espanha - Fandango, Bolero, Jota, Seguidilha, Flamenco...
Itália, a Tarantela, Furlana…
Inglaterra - Jiga…
Polónia - Mazurca e Polca…
Hungria - Xarda…
No Brasil as principais são: Baião, Samba… (As danças brasileiras são a mistura de fatores negros, índios e Europeus).
Portugal - Vira, Verde-Gaio, Malhão, Fandango Ribatejano, Pauliteiros de Miranda do Douro, Gota, Chula, Corridinho...

Texto 3 - TEATRO




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TEXTO TEATRAL PARA MONÓLOGO – EXERCÍCIO DE JOGOS TEATRAIS - “TECENDO MEMÓRIAS: A JORNADA EDUCATIVA DE CLIMÉRIO GALVÃO CÉSAR”

  TEXTO TEATRAL PARA MONÓLOGO – EXERCÍCIO DE JOGOS TEATRAIS   “TECENDO MEMÓRIAS: A JORNADA EDUCATIVA DE CLIMÉRIO GALVÃO CÉSAR”     [...