6º anos A, B e C - QUINZENA DE 21/11/2020 A 05/12/2020- Arte Prof.ª Niled - "Simulado de ARTE".

EM “PROF. CLIMÉRIO GALVÃO CÉSAR” 

Modalidade EAD – quinzena 21/11 A 05/12/2020 
CLASSES: 6º ano TURMAS: A, B e C. ENSINO FUNDAMENTAL II (ANOS FINAIS) 

SIMULADO 6º ANO – ARTE


PROF.ª Niled Dias Toniolo

Texto 1 - Thaís Gomez. Uma artista completa, Completamente brasileira.



Brasilidade. Palavrinha mágica que abre portas de compreensão. É a ela que a paulista Thaís Gomez recorre para ilustrar sua trajetória no mundo das artes. Artes mesmo, dito assim, sem plural. Pois Thais, da seleta trupe dos autodidatas, escolhida a liberdade como meio de expressão. Desenha, pinta, dança, compõe, canta. O olhar sempre em busca do genuíno. De pinturas inspiradas no folclore nacional ao sambinha sincopado, é no ser brasileiro que a artista mira o talento para traduzir a si e ao mundo. 

Começou na despretensão das primeiras telas, ainda na adolescência. Um Portinari aqui, uma Tarsila ali, um Di Cavalcanti acolá. Aos poucos, o que era válvula de escape juvenil se tornado consciente, uma opção pela independência que a fez, anos mais tarde, abrir mão da academia em favor da espontaneidade, um certo jeito de produzir que a aproximou da Arte Naïf. Traços simples, mas consistentes. Tudo somado ao antigo e forte interesse sobre as raízes culturais brasileiras, nascia uma artista. 

Das pequenas intervenções em Diadema às pessoas, os passos foram curtos. O estilo, que transpõe para muros e telas como diversas identidades regionais, a fez estar entre os 500 artistas que participaram, em 2012, da “Olympic Fine Art”, evento promovido pelo governo chinês em Londres. Sua obra, “União Olímpica", foi uma das representantes do país durante os Jogos de Londres. Em 2014, Thaís esteve na Suíça, a convite na Palexpo, tradicional feira de Genève, para expor dez de seus trabalhos. 

E sempre houve a música. Na infância, influência dos pais, parceiro Zeca Pagodinho, Clara Nunes, Almir Guineto e Beth Carvalho. Na adolescência, como descobertas da salsa, da guajira, da cumbia e do bolero. Três anos dividindo o palco com o guitarrista paraense Manoel Cordeiro na noite de São Paulo, como vocalista e percussionista da “Zouk Lou-w”, deram a confiança necessária para o voo solo, personificado no CD “Nossa Senhora do Samba”, lançado em 2013 e que, não por acaso, contém duas músicas (“Conto de Areia” e “Feira de Mangaio”) em homenagem à rainha Clara Nunes. 

Apesar do caminho trilhado na independência absoluta, o trabalho chamou a atenção dos produtores do programa “Domingão do Faustão”, da Rede Globo, no qual Thaís foi citada como uma das boas revelações da música brasileira, e o álbum, recém-lançado, foi citado no quadro “Vitrine do Faustão”, um espaço aberto para a música nacional. O reconhecimento a faz planejar novos passos para o futuro próximo. Como um EP, em fase de composição, que deve ganhar o mundo muito em breve. “Tenho alguns projetos em mente, gravar novas canções e seguir com os shows, unindo pintura e música”, adianta, animada. 

Entre características e shows, Thaís arruma tempo para desenvolver paralelamente o que denomina com carinho de “arte a partir da arte”. Um conceito de artesania que a próprio artista faz questão de explicar: “Tenho o prazer de ver minhas pinturas estampando roupas, xícaras, livros didáticos. Também pinto peças à mão de maneira, exclusiva como tênis e camisas ”, conta. Entre os clientes, ninguém menos do que o grande músico Hermeto Pascoal. “Também vejo minha arte inserida como fonte de estudo nos colégios de vários estados. Receber esse carinho é imensurável. ” 

E assim Thaís Gomez segue firme no caminho que propôs para si. Plural e inquieta, com um olhar atento para o que nos definimos, em núcleos e melodias, uma visão particularíssima de brasilidade. E - detalhe importantíssimo - sem se prender a rótulos. Como já foi dito, a escolha, feita desde muito cedo, foi a favor da liberdade. E é a partir dela que o futuro do artista será escrito. “Eu me defino como uma artista mensageira, procuro levar cor e alegria através do meu canto e pintura”. Que assim seja, então. 


Texto 2 - HISTÓRIA DA DANÇA




Quem é que nunca dançou ou movimentou o corpo com o batuque de uma música? Bem, é difícil encontrar uma pessoa que nunca se remexeu ou contorceu ao ouvir um som.

Sabendo disso, ao certo é interessante conhecer ou saber um pouquinho sobre essa arte que envolve a maioria dos povos e que muitas vezes é utilizada não apenas como uma distração, mas como exercício e até mesmo como terapia.


A dança é considerada uma das artes mais antigas, é também a única que dispensa materiais e ferramentas. Ela só depende do corpo e da vitalidade humana para cumprir sua função, enquanto instrumento de afirmação dos sentimentos e experiências subjetivas do homem. Segundo o site http://brgeocities.com/quemdancaemaisfeliz, em uma publicação, o desenvolvimento da sensibilidade artística determinou a configuração da dança como manifestação estética. No antigo Egito, 20 séculos antes da era cristã, já se realizava as chamadas danças astroteológicas em homenagem ao Deus Osíris. O caráter religioso foi comum às danças clássicas dos povos asiáticos.

Na Grécia Clássica, a dança era frequentemente vinculada aos jogos, em especial aos olímpicos. Com o renascimento, a dança teatral, virtualmente extinta em séculos anteriores, reapareceu com força nos cenários cortesãos e palacianos. No século XIX apareceram a Contradança (que se transformou na quadrilha), a Valsa, a Polca, a Mazurca, o Scottish, o Pas-de-quatre, etc. No século passado surgiu o Boston, só destronado pelas danças exóticas (Cake-Walk, Maxine, One Step, Fox-Trot, e Tango). A divulgação da dança se deu também fora do espetáculo, principalmente nas tradições populares.



Tipos de dança

Existem quatro grandes grupos de estilos de dança, que são:

*Dança Clássica - conjunto de movimentos e de passos, elaborados em sistema e ensinados no ensino coreográfico.

*Dança de Salão - praticada nas reuniões e nos dancings.

*Dança Moderna - que se libertou dos princípios rígidos da dança acadêmica e que serviu de base ao bailado contemporâneo

*Dança Rítmica

Os vários tipos de dança:

Ballet, Ballroom, Bolero, Break-dance, Capoeira, Ceroc, Can Can, Cha-Cha-Cha, Contemporânea, Contra-dança, Country Western, Disco, Exotic Dancing, Flamenco e Spanish Gypsy, Folk and Traditional, Foxtrot, Funk, Jazz, Line Dance, Mambo. Merengue, Middle Eastern, Modern, Polka, Religiosas e dança Sacra, Rumba, Salsa, Samba, Swing, Scottish, Country Dancing, Square Dance, Tango, Twist, Valsa, Western

Danças Nacionais e Populares

Na Espanha - Fandango, Bolero, Jota, Seguidilha, Flamenco...
Itália, a Tarantela, Furlana…
Inglaterra - Jiga…
Polónia - Mazurca e Polca…
Hungria - Xarda…
No Brasil as principais são: Baião, Samba… (As danças brasileiras são a mistura de fatores negros, índios e Europeus).
Portugal - Vira, Verde-Gaio, Malhão, Fandango Ribatejano, Pauliteiros de Miranda do Douro, Gota, Chula, Corridinho...

Texto 3 - TEATRO




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